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		<title>O melhor do design do Brasil atrai críticos e criadores estrangeiros</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 22:24:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Originalidade e preocupação ecológica são itens destacados É curioso, mas já é de se esperar que os irmãos Fernando e Humberto Campana sejam apontados por nove entre dez estrangeiros quando o assunto é design brasileiro. “Eles são estrelas”, diz a inglesa Lynda Relph, arquiteta e editora da revista Design Week, de Londres. Nos últimos 30 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Originalidade e preocupação ecológica são itens destacados</strong></p>
<p>É curioso, mas já é de se esperar que os irmãos Fernando e Humberto Campana sejam apontados por nove entre dez estrangeiros quando o assunto é design brasileiro.</p>
<p>“Eles são estrelas”, diz a inglesa Lynda Relph, arquiteta e editora da revista Design Week, de Londres. Nos últimos 30 anos se dedicando ao campo do design, Lynda esteve em São Paulo pela primeira vez.</p>
<p>“De tudo o que conheci aqui, em pouco mais de 48 horas, ainda acredito que os Campanas conseguem colocar o que é brasileiro (do carnaval às favelas) de forma original em seus móveis contemporâneos”, diz a crítica.</p>
<p>Ela e mais um grupo de cinco jornalistas e designers estrangeiros vieram ao Brasil a convite da Associação Brasileira das Empresas de Design (Abedesign) e da Agência de Promoção das Exportações (Apex-Brasil) para conhecer de perto a cultura que está por detrás da produção de design brasileiro e, logicamente, conhecer de perto produtores e produtos &#8211; a viagem se estendeu também para o Rio.</p>
<p>“Não é uma missão cultural, mas uma oportunidade para eles entenderem o Brasil e, dessa maneira, entender o que a gente está desenhando”, diz Joice Joppert Leal, da Abedesign, presidida por Manoel Müller.</p>
<p>A meta principal é impulsionar a imagem da produção brasileira no exterior &#8211; de uma maneira saudável, para além dos irmãos Campana &#8211; e, conseqüentemente, impulsionar as exportações, um objetivo natural em tempos de globalização.</p>
<p>O Estado esteve em um jantar no restaurante A Figueira Rubaiyat, onde pôde conversar com os visitantes estrangeiros.</p>
<p>Alguns estiveram no Brasil pela primeira vez e suas visões sobre a produção de design brasileiro abarcaram pontos diferentes, interessantes. A agenda em São Paulo foi variada.</p>
<p>Eles viram tanto escritórios e lojas como visitaram a 1ª Bienal Brasileira de Design, mostra que ocupa toda a Oca, no Ibirapuera, até o dia 6; a 8.ª Bienal Brasileira de Design Gráfico, que acaba de ser encerrada no Memorial da América Latina; e aproveitaram o clima efervescente da recém-terminada edição da São Paulo Fashion Week para conhecer também criadores de moda, entre eles, os escritórios dos estilistas Lino Villaventura e Fause Haten, além da Melissa e a Clube Chocolate.</p>
<p>“Design envolve tudo, inclusive a moda”, diz a italiana Maria Patrizia Picciolo, das publicações Casa Internacional, da China, e da romana DDN. Outro ponto interessante da visita foi poder confrontar duas linhas de design e mercado diferentes: ao mesmo tempo que estiveram em loja da rede Tok &amp; Stock, foram conhecer no centro de São Paulo uma das Casas Bahia, de linha popular.</p>
<p><strong>MERCADO</strong></p>
<p>O espanhol Ramón Ubeda Castro, da revista Diseño Creative, de Barcelona, é arquiteto e jornalista, mas também membro de instituições responsáveis por realizar mostras de design e envolvidas com o mercado a fim de promover a produção do setor espanhol.</p>
<p>“Minha visão é mais prática, menos idealista”, diz Castro. “Para promover o design brasileiro é preciso valorizá-lo e fazê-lo ser reconhecido. O segredo da projeção internacional é o apoio das empresas e do governo”, afirma &#8211; a evolução do design de um país, portanto, segue concomitantemente com a evolução industrial.</p>
<p>Segundo ele, a Espanha está 15 anos à frente do Brasil em se tratando dessa estratégia (o boom de sua produção se deu nos anos 80).</p>
<p>“Na Europa, ingleses e holandeses têm apoio quase que total e, por isso, trabalham para o continente inteiro.”</p>
<p>Para o mercado brasileiro, a italiana Maria Patrizia deu uma boa notícia: disse que para 2007 a Itália, por meio de seu Ministério de Política Humanitária, quer fazer intercâmbio com o Brasil no setor de design.</p>
<p>“O Brasil é considerado um dos países com estabilidade econômica.” Para Patrizia, a incursão de materiais ecológicos &#8211; principalmente, a variedade de madeiras &#8211; e recicláveis presentes nos produtos brasileiros são um diferencial.</p>
<p>“É um design sensível e lúdico, algo nato”, completa. A alemã Wiebke Lang, da revista Form, de Colônia, e também designer que estudou em Curitiba, concorda com Patrizia: é um design “emocional” o realizado aqui, e nessa característica está sua força. Para outra italiana, Valentina Croci, da revista Ottagono, de Milão, o uso de matérias-primas brasileiras é, sim, um ponto positivo, mas “o design tem de estar mais atrelado à indústria.”</p>
<p>“E pelo que vi em apenas dois dias, esse processo ainda está começando aqui.” Já o americano Tucker Viemeister, da revista VP Creative, de Nova York, e designer, não acredita no termo “identidade nacional em design” porque “tudo hoje é internacional”.</p>
<p>“Mas isso não é ruim, dá até mais oportunidades para os designers expressarem sua originalidade.”</p>
<p>Fonte: www.oregional.com.br/detalhe_noticias.php?codigo=16547</p>
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		<title>O que é Eco-design, Eco-Eficiencia, Ciclo de Vida  e Conformidade Ambiental?</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 22:21:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não tenha mais nenhuma dúvida&#8230;. O que é eco-design? Hoje, o mercado mundial busca um padrão de produção e consumo otimizados do ponto de vista econômico, social e ambiental. O eco-design consolida a cultura da racionalidade numa empresa, que passa a gerar produtos concebidos à luz da ecoeficiência, da adoção de tecnologias limpas e da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenha mais nenhuma dúvida&#8230;.</p>
<p><strong>O que é eco-design?</strong></p>
<p>Hoje, o mercado mundial busca um padrão de produção e consumo otimizados do ponto de vista econômico, social e ambiental. O eco-design consolida a cultura da racionalidade numa empresa, que passa a gerar produtos concebidos à luz da ecoeficiência, da adoção de tecnologias limpas e da prevenção à geração de resíduos impactantes. Portanto, o eco-design assegura que um produto seja proveniente do uso racional de energia, de água e de matérias-primas, incluindo estudos de biodeterioração.</p>
<p><strong>O que é eco-eficiência?</strong></p>
<p>O conceito de eco-eficiência vem sendo adotado por empresas do mundo inteiro, assegurando que seus sistemas de produção, produtos e serviços comprometam-se com uma performance econômica e ambientalmente corretas. Nesse sentido, a empresa que busca a eco-eficiência passa a dotar condutas como a minimização do consumo de matérias-primas virgens e suas substituição por matéria reciclada, concentra esforços para diminuir a toxidade de seus produtos e aumentar sua vida útil; reduz o uso de energia elétrica entre os outros.</p>
<p><strong>O que é análise de ciclo de vida?</strong></p>
<p>Esse conceito, conhecido internacionalmente pela sigla LCA &#8211; Life Cycle Assessment, é muito mais abrangente do que um estudo de balanço de energia e massa. A análise do ciclo de vida de um produto ou serviço compatibiliza os impactos ambientais decorrentes de todas as etapas envolvidas: desde sua concepção mercadológica, planejamento, extração e uso de matérias-primas, gasto de energia, tranformação industrial, transporte, consumo até seu destino final &#8211; disposição em aterro sanitário, reciclagem, compostagem ou incineração. Desta forma, o acompanhamento da vida de um produto é feito de seu &#8220;berço ao túmulo&#8221;. Note-se que, nessa avaliação, são considerados também os impactos indiretos. A série de normas ISO 14040 abrange esse importante aspecto de produção.</p>
<p><strong>O que é conformidade ambiental?</strong></p>
<p>Esta expressão reúne múltiplos aspectos. Da perspectiva da atividade industrial, pode abranger, por exemplo:</p>
<ul>
<li>atendimento à legislação ambiental vigente nas esferas federal, estadual e municipal, no que tange ao processo, ao produto, destinação de resíduos perigosos, etc. No caso das exportações, incluir legislação vigente no país de destino das mercadorias;</li>
<li>cumprimento de todos os requisitos de uma certificação ambiental. Ex: série ISO 14000, de vigência internacional; * ações coerentes com o plano ou código de conduta ambiental adotado pela alta direção de uma companhia.</li>
</ul>
<p>Fonte:http://www.cempre.org.br/duvidas.php#V</p>
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